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quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Veja meu Slide Show!

Visita 21ª. FEIRA DO LIVRO DE GRAVATAÍ

VISITA a 21ª. FEIRA DO LIVRO DE GRAVATAÍ PELOS ALUNOS DA TURMA 33 da ESCOLA OSÓRIO RAMOS CORRÊIA

Dia 23 de novembro eu levei os meus alunos à 21ª. Feira do Livro de Gravataí, a qual estava acontecendo como parte integrante do Encontro Internacional de Educação 2007. Eu , uma colega Fátima Schimidt e duas mães: Gislaine Espindola e Andréia Trindade acompanhamos os alunos, foi muito bom o passeio.
O roteiro foi organizado pela SMED, com recursos públicos foi disponibilizado um ônibus, também foi oferecido um lanche aos alunos.
Os alunos assistiram uma Contação de História com Dinára Schwarz,ela também cantou com os alunos, foi muito divertido. Gostamos muito também de um vampiro encarregado de divertir a platéia que acompanhava a contadora de histórias.
Os alunos participaram de um bate papo com o escritor Dilan Camargo, autor do livro "Brincriarte" e outros.
Os alunos tiveram contato com várias obras literárias e alguns foram preparados para compras. Os alunos visitaram bancas onde estavam sendo comercializado obras de arte, biscui, tapetes, geléias, pães e cucas, todos oriundos de produtores do município de Gravataí.
Nesta oportunidade fiquei bastante satisfeita, pois estamos mostrando, conhecendo e valorizando a cultura e o comércio do nosso município que é bem diversificado.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Resumo do texto "Literatura Infantil no Brasil"

A Literatura Infantil Brasileira surgiu no final do século XIX. A literatura surgiu com o propósito de desenvolver na criança um comportamento desejável,portanto eminentemente pedagógico.
No início do século XX surge no Brasil uma literatura ufanista que tem como objetivo ressaltar os valores da Pátria, esta Literatura não tinha uma linguagem voltada para o público infantil.
Podemos ressaltar que as primeiras obras publicadas no Brasil eram traduções de obras estrangeiras.
O primeiro autor de Literatura Infantil que demonstrou preocupação em escrever em uma linguagem acessível ao público infantil foi Monteiro Lobato.Em 1921 veio nos agraciar com sua 1ª obra A Menina de Narizinho Arrebitado. Durante mais de vinte anos Monteiro Lobato com suas produções criativas dominou a Literatura Infantil Brasileira.
De 1945 até a década de 60 houve um certo retrocesso no sentido da criatividade.No entanto no início dos anos 70 com o fortalecimento da indústria editorial inicia um novo crescimento na produçao de obras de literatura no Brasil.Este significativo crescimento se deve ao aumento do público consumidos,maior número de estudants, apoio governamental de incentivo a leitura, bem como a diversificação da temática.

Fonte bibliográfica: Biblioteca do ROODA.

Literatura Infanto-Juvenil

A Contação de Histórias faz com que possamos sonhar, viver sonhos reais e fantásticos, nos dá asas e viajamos por mundos criados por nós e por outros. Nos faz crescer resolvendo nossas emoções.
As crianças amam as histórias, o meu fiho fez minha mãe contar e recontar uma história real com pitadas de fantasias de minha infância, onde eu e minha irmã fomos atravessar um campo e um boi correu atrás de nós. Ele ria, gargalhava sentindo e manifestando as emoções de cada momento da história. A manifestação de alívio e glória quando na história minha mãe diz que vencemos passar a cerca de arame e ficando salvas dos chifres do boi.
Eu até me esforço, mas não sou uma boa contadora de histórias, tenho muito o que aprender.

Eu também conto histórias para meus alunos e vejo que, apesar de eu não ser uma boa contadora de histórias, os alunos ficam muito atentos aos fatos da história.
Ouvir histórias faz com que nos reportemos para um mundo onde a fantasia pode virar realidade, onde os sonhos podem ser vistos como possibilidade de mudanças. Momentos estes que nos dão o direito de sonhar com o impossível, sendo adultos e com mais veemência na criança que tem suas fantasias bem mais aguçadas.

Experimentar momentos de fantasia faz com que trabalhemos nossas emoções. Estes momentos nos permitem que vislumbremos possibilidades de novas formas de resolver situações do cotidiano. A atividade “Contação de Histórias” permite que os alunos sejam os protagonistas indiretamente de cada cena da história, isto faz com que de um modo ou de outro este aluno tenha, como ser humano, a oportunidade de fazer com que seus sonhos sejam vistos com possíveis chances de realização. Possibilitando também que o impasses sejam visto como mais um motivo para não esmorecer diante dos obstáculos da vida.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Trabalhos Lúdicos

“O fazer teatral é uma construção que ocorre na interação entre os indivíduos e destes com os problemas de atuação. A proposta dos jogos teatrais está relacionada à fiscalização que é tornar físico, expressar e trazer para o plano material o que há no plano das intenções, das imagens, das sensações, dos pensamentos”... (Formas de Abordagem Dramática na Educação – Ana Fuchs).
Com os trabalhos desenvolvidos com os alunos fica justificado o quanto nossos alunos fazem trabalhos brilhantes quado o ambiente é preparado para a manifestação espontânea da criatividade e imaginação, portanto podemos dizer que ocorre o desenvolvimento intelectual físico e assim aparece "os grandes talentos".
Eu fiz com os alunos atividades de teatro e pude perceber o quanto é importante nós termos consciência do modo como propomos aos alunos determinadas atividades.É importante que tenhamos sempre em mente o que queremos com os alunos, se o professor oferece um trabalho que favoreça a expressão lúdica e as idéias criativas e espontâneas este será alunos que terão o mestre como uma referência ao passo que os alunos serão cada vez mais independentes. Estudando o texto A Experiência Criativa aprendi que tudo o que o ambiente oferecer ao indivíduo este pode aprender, no entanto o indivíduo precisa permitir. Portanto se aquilo que for oferecido tiver sentido, for interessante, agradável elúdico o aprendiz revelará seu talento.
Na atividade de Artes "Família de Retirantes" fiquei surpreza com tamanha criatividade e participação, bem como com magnífica interpretação quanto a finalidade dos animais os quais os retirantes levavam consigo e a posição da matriarca na apresentação da obra.
De forma bem clara e contundente estes apresentaram os retirantes que conhecemos em nossa realidade. Os meios de transporte utilizados, caminhão e carroça, e os animais que são carregados pelos retirantes da comunidade na qual estão inseridos, cães, cavalos.
Trabalhei as músicas Ran Sam Sam, Escravos de Jó e a atividade Zip Zap atividades as quais os alunos gostaram muito.
Eu nunca tinha trabalhado com Escravos de Jó em roda com os passos que a professora Ana Paula apresentou na aula presencial. Apresentei aos meus alunos e estes gostaram muito, pediram para repetirmos várias vezes. Com isto percebo que o quanto estes estão mais receptivos em desenvolver as tarefas, pois no início eles só queriam cantar e dançar as músicas tocadas na mídia.
Embora para a foto eles estabelecerem a condição que só iriam fazer uma foto se esta apresentação fosse de música com coreografia já criada por eles, percebo que eles hoje estão bem mais receptivos e aceitam melhor as propostas que envolvem o toque e a expressão corporal.

domingo, 21 de outubro de 2007

Reflexões Aprendizagens e Partilhas


Estudando Artes e as demais interdisciplinas deste semestre estou adquirindo conhecimentos que desconhecia. Estou com condições de fundamentar a minha prática profissional, pois a prática sem fundamento teórico fica sendo o que eu chamo de “achismo”, não tem poder de argumentação. O trabalho do professor quando é um trabalho lúdico, seja ele uma música, uma pintura, uma escultura, uma coreografia, em fim uma atividade artística ele é trabalho que tem um objetivo. A expressão artística do indivíduo é subjetiva, no entanto esta subjetividade está acompanha dos conhecimentos que este traz consigo, bem como das interpretações que este dá as informações que o meio está lhe oferecendo.
Eu ousei apresentar aos meus alunos de 3ª série, a imagem da obra do Mestre Vitalino “Retirantes”, no computador, e também levei para a sala uma imagem impressa. Explorei a imagem, o nome da obra, o artista, o local que ele viveu. Pedi para eles fazerem com argila uma obra de retirantes. O trabalho está secando para fazerem a pintura. Eles gostaram e também estão ansiosos para concluírem a obra.
Eu escutei comentários, “mas que sujeira isto vai dar, tu estás que é um porco”, por parte de alguns pais. Dos colegas eu escutei "esta atividade trabalha bem a motricidade fina, pena que dá tanta sujeira.” Antes de obter conhecimentos de Arte eu ficaria chateada e não saberia argumentar. Hoje eu sei, pois tenho a fundamentação teórica. Para os pais eu disse que na reunião este assunto será abordado e que se alguém precisar de maiores detalhes marquem com a supervisão um horário para conversarmos. Para os meus colegas eu disse que disponho deste material teórico e que posso trazer para uma reunião de estudos.
Após a conclusão vou trazer as fotos para compartilhar com todos.
Fernando Hernández (2000, p. 136) diz que:
“Uma cultura visual existe ao mesmo tempo dentro e fora de cada um.
Vem daí a necessidade da aproximação à existência material dos objetos e ao seu impacto e recepção ótica, cognitiva e emocional.”
Podemos constatar que o que Fernando Hernándes argumenta está concretizado nesta obra do Emanuel, meu filho,8 anos, a percepção que ele tem do ambiente que o cerca. Eu falando em artes abrindo imagens,estudando, ele me disse que estava fazendo o meu retrato.Então questionei o que ele havia feito. Ele disse: "_Tu está de camisola e secando os cabelos." Eu perguntei por esta parte traseira que parece ser de um cão, também o cabelo comprido.Ele justificou:"_Mãe eu lembrei das tuas fotos com cabelo comprido, que aliás eu gostava mais, este rabinho é porque esta tua camisola tem um transfer de uma cadelinha."
Podemos constatar que com estas interdisciplinas, está havendo uma mudança juntamente de muita aprendizagem, não só comigo, mas com minha família e com meu trabalho.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Quanta aprendizagem!

Quando comecei o semestre pensei que já sabia trabalhar com o blog.Estudei o Tutorial linkado na página da interdisciplina Seminário IntegradorIII, fui no blog antigo e adicionei as tags. No entanto quando fui construir o novo blog vi que não sabia iserir a foto no perfil,que o bloger antigo não tinha, nem os links sabia fazer de modo correto. Fui em busca de ajuda no Pólo, a tutora Ana Laura me orientou e eu fiz. Chegando em casa fui fazer novas mudanças no bloger, aprendi a adicionar elementos na página, já coloquei as tags, os links, a foto no perfil. Coloquei notícias relacionando o momento com a interdisciplina,no caso Artes Visuais. Eu estou sedenta de saberes, sei que tenho muito o que aprender com todas as interdisciplinas que neste momento estão me fazendo resgatar o meu lado criança, brincar faz bem independente da idade que se tem, ninguém perde sua autoridade se brincar. A professora de Ludicidade e EducaçãoB disse: "O que nos diferencia uns dos outros é o conhecimento". Estou aprendendo a brincar, a cantar, observar uma obra de arte, fazer atividades mais agradáveis com os meus alunos. Nestas atividades podemos fazer constatações que podem nos ajudar a fazer um trabalho mais prazeroso do ponto de vista do nosso aluno e também nosso. As aprendizagens não se dão apenas com formas de medidas, se dão também com o puro e simples prazer de vermos o nosso aluno com o brilho nos olhos por ter conseguido participar de determinada tarefa, sendo ele um jogo, uma peça de teatro, um integrante do grupo musical ou tendo sua obra de arte no mural da escola.