Pensando em maneiras variadas de trabalharmos temas que desenvolvam em nosso aluno questões polêmicas e necessárias para a interação da turma, seu crescimento pessoal e coletivo diante das mais variadas questões. Penso que isto é possível através da sutilidade e dos mais variados portadores de textos.
“Outros aspectos que gostaríamos de destacar refere-se aos significados circulantes nos textos de leitura.” ( DALLA ZEN; TRINDADE,2002). É muito importante que se trabalhe os diferentes textos, pois eles têm uma subjetividade que contribui desenvolvendo no aluno várias questões. Os textos podem apontar com sutilidade as mais variadas maneiras de trabalharmos o medo, a perda de alguém ou de uma vida, a miséria, a riqueza material, os valores morais, a solidariedade, a etnia, as mais diversas diferenças. Muitas questões subjetivas podem ser trabalhadas através de textos, basta que saibamos escolher. Pensando na etnia creio que nada mais importante é do que apontar as diferentes formas que cada família é constituída, a da professora, a família de cada aluno. A organização desta para garantir o sustento dos membros da família, as peculiaridades entre as diferentes paternidades entre os filhos de uma mesma mãe. Também devemos dar nosso exemplo, no que diz respeito ao escândalo, isto é jamais devemos nos escandalizar com o que os alunos falam referente a sua constituição familiar, nem permitir que os colegas o façam. Mas sim devemos apontar a importância que tem os membros de cada família não pela sua aparência de cor, gordo, magro ou deficiente, preto ou branco, mas sim pelo valor que ele tem afetivamente para os demais membros daquela família.
PORTFÓLIO DE APRENDIZAGENS! Este blog se destina ao trabalho desenvolvido na Interdisciplina Seminário Integrador e outras Interdisciplina deste e dos demais semestres.
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sexta-feira, 13 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Importância do PA nas Séries Iniciais e na Educação Infantil.
Com as leituras da Interdisciplina de Didática, Planejamento e Avaliação e com a observação dos vídeos disponibilizados nesta fica evidente o quanto é importante trabalhar com projetos. Acredito que é necessário um planejamento que conte com a participação efetiva dos alunos, visto que deste modo estes ficam comprometidos desde o momento que escolhem determinado tema. Também é necessário pensar em um planejamento com possibilidades viáveis para que este seja colocado em prática. Ele precisa ser flexível, pois conforme vai acontecendo as intervenções vai também acontecendo a sistematização do processo de aprendizagem. Penso que atividades como a proposta no filme “Vamos Passear na Vassoura da Bruxa Onilda”, em que os alunos levam para suas casas a atividade de construir um diário, levando o projeto para dentro de seus lares faz com que todos os membros da família tenham conhecimento e envolvimento nas atividades escolares, sendo este o nosso maior desafio.
Penso que devemos planejar com flexibilidade e também é muito importante que tenhamos conciência e profundo conhecimento do público com o qual estamos trabalhando. Visto que os alunos da educação infantil precisam ser mais envolvidos com atividades lúdicas e que os alunos das séries iniciais podem trabalhar com mais conceitualização. Os alunos das séries iniciais podem trabalhar com mais autonomia ao passo que os alunos da educação infantil precisam trabalhar com atividades mais dirigidas pelo(a) professor(a).
Penso que devemos planejar com flexibilidade e também é muito importante que tenhamos conciência e profundo conhecimento do público com o qual estamos trabalhando. Visto que os alunos da educação infantil precisam ser mais envolvidos com atividades lúdicas e que os alunos das séries iniciais podem trabalhar com mais conceitualização. Os alunos das séries iniciais podem trabalhar com mais autonomia ao passo que os alunos da educação infantil precisam trabalhar com atividades mais dirigidas pelo(a) professor(a).
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
EJA - Pensando nas Possibilidades/Aprendizagens Significativas
O aluno da EJA é aquele indivíduo que está trabalhando ou está desempregado, na maioria são adultos e jovens que por algum motivo ou outro deixou de freqüentar a escola do turno do dia, assim falando a grosso modo. No entanto, não podemos deixar de apontar que nesta gama de público estão indivíduos da periferia das grandes cidades, muitos vindos da zona rural e todos provenientes da exclusão da sociedade, são idosos, brancos, afro-descendentes. Dentre eles estão indivíduos doentes, hiperativos, bipolares, depressivos, em fim pessoas com problemas envolvendo transtornos psicológicos. Muitos destes, são vítimas da drogadição lícita e ilícita, ex-apenados e apenados em liberdade condicional, delinqüentes de toda espécie. Todos sendo vítimas de tais mazelas ou convivendo com elas em seu cotidiano. Portanto todos estão necessitando de atendimento especial, pois tiveram seus sonhos ceifados e suas expectativas destruídas.
É necessário apontar que diante dessas diversidades tenhamos uma EJA que venha contemplar não somente o conteúdo perdido, as necessidades educacionais dos alunos, mas principalmente que venha contemplar as expectativas dos alunos, seus desejos. Através de projetos pedagógicos que venham contemplar os saberes dos alunos, visto que como sabemos são muitos e significativamente diversificados. Sendo assim o professor deve prever uma certa “fórmula mágica”, trabalho de resgate da auto estima para que seja possível acontecer as mudanças necessárias através do aperfeiçoamento, visto que estamos diante de indivíduos em busca saberes escolares. É preciso que o professor se dê conta que com toda esta diversidade os alunos trazem consigo uma linguagem própria de seu meio, uso de gírias, uso de expressões que denotam códigos da marginalidade e que podem ser colocados como uma afronta ao professor. O professor é seu oposto, este detém a linha da cultura do meio que é aceito socialmente e que deve estar apto para fazer destes o seu maior desafio. Do contrário teremos então mais uma vez a condenação destes alunos que desmotivados evadem e então estarão fadados ao infortúnio do fracasso escolar.
Para Marta Kohl, “todo o conhecimento é igualmente valioso”, portanto fica evidente a importância que tem para o aluno da EJA ser recebido em um ambiente acolhedor em que se sinta igual com suas diferenças. Local este em que possa se posicionar fazendo colocações e apontando saídas para diferentes situações, onde este se sinta parte da sociedade letrada, parte da escola e de seus mestres. Pois, nada mais desafiante que após um dia de trabalho cansativo sem motivação para estudar entrar em uma sala de aula e encontrar um ambiente prazeroso. Ambiente em que as atividades pedagógicas sejam instigantes, tenham valor, signifiquem para o educando aprendizagem.
Acredito que a Educação de Jovens e Adultos seja talvez o nosso maior desafio como professores, porém acredito que é possível contribuir para que a história de jovens e adultos seja uma trajetória de sucesso em que as pessoas possam criar e recriar suas histórias. É possível que cada aluno de EJA seja capaz de individualmente e coletivamente construir aprendizagem.
REFERÊNCIAS:
OLIVEIRA, Marta Kohl de. Jovens e adultos como sujeitos de conhecimento e aprendizagem. Revista Brasileira de Educação, Set./Out./Nove./Dez. 1999, n.12,p. 59- 73.s significativas.
É necessário apontar que diante dessas diversidades tenhamos uma EJA que venha contemplar não somente o conteúdo perdido, as necessidades educacionais dos alunos, mas principalmente que venha contemplar as expectativas dos alunos, seus desejos. Através de projetos pedagógicos que venham contemplar os saberes dos alunos, visto que como sabemos são muitos e significativamente diversificados. Sendo assim o professor deve prever uma certa “fórmula mágica”, trabalho de resgate da auto estima para que seja possível acontecer as mudanças necessárias através do aperfeiçoamento, visto que estamos diante de indivíduos em busca saberes escolares. É preciso que o professor se dê conta que com toda esta diversidade os alunos trazem consigo uma linguagem própria de seu meio, uso de gírias, uso de expressões que denotam códigos da marginalidade e que podem ser colocados como uma afronta ao professor. O professor é seu oposto, este detém a linha da cultura do meio que é aceito socialmente e que deve estar apto para fazer destes o seu maior desafio. Do contrário teremos então mais uma vez a condenação destes alunos que desmotivados evadem e então estarão fadados ao infortúnio do fracasso escolar.
Para Marta Kohl, “todo o conhecimento é igualmente valioso”, portanto fica evidente a importância que tem para o aluno da EJA ser recebido em um ambiente acolhedor em que se sinta igual com suas diferenças. Local este em que possa se posicionar fazendo colocações e apontando saídas para diferentes situações, onde este se sinta parte da sociedade letrada, parte da escola e de seus mestres. Pois, nada mais desafiante que após um dia de trabalho cansativo sem motivação para estudar entrar em uma sala de aula e encontrar um ambiente prazeroso. Ambiente em que as atividades pedagógicas sejam instigantes, tenham valor, signifiquem para o educando aprendizagem.
Acredito que a Educação de Jovens e Adultos seja talvez o nosso maior desafio como professores, porém acredito que é possível contribuir para que a história de jovens e adultos seja uma trajetória de sucesso em que as pessoas possam criar e recriar suas histórias. É possível que cada aluno de EJA seja capaz de individualmente e coletivamente construir aprendizagem.
REFERÊNCIAS:
OLIVEIRA, Marta Kohl de. Jovens e adultos como sujeitos de conhecimento e aprendizagem. Revista Brasileira de Educação, Set./Out./Nove./Dez. 1999, n.12,p. 59- 73.s significativas.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Seminário Integrador - Projeto de Aprendizagem
Aprendendo com o Projeto de Aprendizagem : Inclusão Escolar
É imprescindível enfrentar o desafio da inclusão escolar e de colocar em prática os meios pelos quais ela verdadeiramente se concretize, se torne real. Portanto, é necessário promover uma reforma estrutural e organizacional de nossas escolas, não para que todos os alunos especiais freqüentem a escola comum, mas para que os alunos em reais condições de freqüentarem esta escola sejam devidamente atendidos por professores qualificados mediante recursos que tornem a inclusão uma forma de desenvolvimento de todas as potencialidades que um aluno com determinada deficiência possua. A escola deve ser capaz de oferecer condições de aprender, na convivência com as diferenças, desenvolvendo assim um cidadão pleno.
A inclusão deve ser mais um processo como outro qualquer em que um ser humano possa se desenvolver em plenitude de sua especificidade. A inclusão representa, de fato, uma mudança de conceitos e de valores culturais para as escolas e para a sociedade em geral. Os pais e toda a comunidade escolar podem promover um diálogo com as redes de ensino, com os órgãos competentes exigindo políticas públicas para atender as necessidades escolares fazendo com que a lei seja cumprida em sua totalidade.
É imprescindível enfrentar o desafio da inclusão escolar e de colocar em prática os meios pelos quais ela verdadeiramente se concretize, se torne real. Portanto, é necessário promover uma reforma estrutural e organizacional de nossas escolas, não para que todos os alunos especiais freqüentem a escola comum, mas para que os alunos em reais condições de freqüentarem esta escola sejam devidamente atendidos por professores qualificados mediante recursos que tornem a inclusão uma forma de desenvolvimento de todas as potencialidades que um aluno com determinada deficiência possua. A escola deve ser capaz de oferecer condições de aprender, na convivência com as diferenças, desenvolvendo assim um cidadão pleno.
A inclusão deve ser mais um processo como outro qualquer em que um ser humano possa se desenvolver em plenitude de sua especificidade. A inclusão representa, de fato, uma mudança de conceitos e de valores culturais para as escolas e para a sociedade em geral. Os pais e toda a comunidade escolar podem promover um diálogo com as redes de ensino, com os órgãos competentes exigindo políticas públicas para atender as necessidades escolares fazendo com que a lei seja cumprida em sua totalidade.
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domingo, 30 de agosto de 2009
Mapa Conceitual... Reflexões...
As atividades desenvolvidas no PEAD são de modo que a aprendizagem se apresente de modo colaborativo. Penso que este método construtivo faz com que tenhamos mais chances de refletir e perceber o quanto é importante estas relações interpessoais. Eu já consigo desenvolver com meus alunos determinadas atividades em que eles participam e desenvolvem suas aprendizagens também colaborativamente. Acredito que muitas vezes por não ter o conhecimento teórico não percebia estas aprendizagens, nem tão pouco as proporcionava de modo que pudessem ser efetivamente colaborativas. Através dos projetos desenvolvidos na Interdisciplina Seminário Integrador podemos vivenciar bem estes passos da contrução da aprendizagem.
Na aula presencial de 25/08/09 a Professora Luciane Corte Real pedi que fizessemos grupos elaborássemos um conceito de mapa conceitual. Eu Cristina e minhas colegas Celma, Ana Beatiz, Beatriz Lopes e Eliete então escrevemos: Mapa conceitual é a apresentação de conceitos que são interligados e que apresentam o desenvolvimento de um processo de construção.
A teoria a respeito dos Mapas Conceituais foi desenvolvida na decáda de 70 pelo pesquisador norte-americano Joseph Novak. Ele define mapa conceitual como uma ferramenta para organizar e representar o conhecimento.
O mapa conceitual, foi originalmente baseado na teoria da aprendizagem significativa de David Ausubel. A aprendizagem pode ser dita significativa quando uma nova informação adquire significado para o aprendiz através de uma espécie de ‘ancoragem’ em aspectos relevantes da estrutura cognitiva preexistente do indivíduo. Na aprendizagem significativa há uma interação entre o novo conhecimento e o já existente, na qual ambos se modificam. À medida que o conhecimento prévio serve de base para a atribuição de significados à nova informação, ele também se modifica. A estrutura cognitiva está constantemente se reestruturando durante a aprendizagem significativa. O processo é dinâmico; o conhecimento vai sendo construído.
Podemos dizer que mapa conceitual é uma representação gráfica em duas dimensões de um conjunto de conceitos construídos de tal forma que as relações entre eles sejam evidentes. Os conceitos aparecem dentro de caixas enquanto que as relações entre os conceitos são especificadas através de frases de ligação nos arcos que unem os conceitos. As frases de ligação têm funções estruturantes e exercem papel fundamental na representação de uma relação entre dois conceitos. A dois conceitos, conectados por uma frase de ligação chamamos de proposição. As proposições são uma característica particular dos mapas conceituais se comparados a outros tipos de representação como os mapas mentais.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mapa_conceitual
Pesquisa realizada em 30 de agosto de 2009.
Na aula presencial de 25/08/09 a Professora Luciane Corte Real pedi que fizessemos grupos elaborássemos um conceito de mapa conceitual. Eu Cristina e minhas colegas Celma, Ana Beatiz, Beatriz Lopes e Eliete então escrevemos: Mapa conceitual é a apresentação de conceitos que são interligados e que apresentam o desenvolvimento de um processo de construção.
A teoria a respeito dos Mapas Conceituais foi desenvolvida na decáda de 70 pelo pesquisador norte-americano Joseph Novak. Ele define mapa conceitual como uma ferramenta para organizar e representar o conhecimento.
O mapa conceitual, foi originalmente baseado na teoria da aprendizagem significativa de David Ausubel. A aprendizagem pode ser dita significativa quando uma nova informação adquire significado para o aprendiz através de uma espécie de ‘ancoragem’ em aspectos relevantes da estrutura cognitiva preexistente do indivíduo. Na aprendizagem significativa há uma interação entre o novo conhecimento e o já existente, na qual ambos se modificam. À medida que o conhecimento prévio serve de base para a atribuição de significados à nova informação, ele também se modifica. A estrutura cognitiva está constantemente se reestruturando durante a aprendizagem significativa. O processo é dinâmico; o conhecimento vai sendo construído.
Podemos dizer que mapa conceitual é uma representação gráfica em duas dimensões de um conjunto de conceitos construídos de tal forma que as relações entre eles sejam evidentes. Os conceitos aparecem dentro de caixas enquanto que as relações entre os conceitos são especificadas através de frases de ligação nos arcos que unem os conceitos. As frases de ligação têm funções estruturantes e exercem papel fundamental na representação de uma relação entre dois conceitos. A dois conceitos, conectados por uma frase de ligação chamamos de proposição. As proposições são uma característica particular dos mapas conceituais se comparados a outros tipos de representação como os mapas mentais.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mapa_conceitual
Pesquisa realizada em 30 de agosto de 2009.
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sábado, 15 de agosto de 2009
Retornando aos estudos do PEAD/eixoVII
Tenho grande satisfação em estar mais um semestre em companhia de todos: colegas tutores(as) e professores. Tenho certeza que muito cresci tanto na vida profissional como na vida particular. Pois entendo que quando interagimos com os outro, nas mais variadas formas de convivência oportunizamos à nós e aos demais aprendizagens e motivos diversos para reflexão.
A UFRGS tem uma equipe de professores e tuores que muito contribuiram para meu crescimento profissional nestes seis semestres que se passaram, sei que o eixo VII não será diferente, tenho muitas espectativas, sei que terei muitos desafios , no entanto tenho a segurança que estarei amparada e que toda e qualquer impasse que serei levada a refletir e saberei como resolver.
Neste novo semestre temos a honra e o privilégio de contarmos com o brilhante Professor Silvesre Novak. Este que esteve afastado no eixo VI, por motivo que muito nos orgulha, conquistou um posto de trabalho de maior relevância na UFRGS.
Bem agora quero fazer um pedido à vista de todos. Acredito que seja possível, neste semestre, que a nossa querida Tutora Geny Schwartz venha mais vezes ao nosso Pólo em aulas presenciais. O semestre passado sentimos muito sua falta, ela não pode abrilhantar todos os nossos encontros presenciais do eixo VI. A Tutora Geny faz com que tudo seja mais fácil, mais encantador, faz com que os obstáculos sejam apenas um instrumento para galgarmos mais um degrau.
Quero assim dar minhas boas vindas a todos(as). Desde então agradeço a todos(as) que de um modo ou de outro irão contribuir para o meu crescimento dentro deste curso tão maravilhoso e de profícuas aprendizagens.
Um grande abraço.
A UFRGS tem uma equipe de professores e tuores que muito contribuiram para meu crescimento profissional nestes seis semestres que se passaram, sei que o eixo VII não será diferente, tenho muitas espectativas, sei que terei muitos desafios , no entanto tenho a segurança que estarei amparada e que toda e qualquer impasse que serei levada a refletir e saberei como resolver.
Neste novo semestre temos a honra e o privilégio de contarmos com o brilhante Professor Silvesre Novak. Este que esteve afastado no eixo VI, por motivo que muito nos orgulha, conquistou um posto de trabalho de maior relevância na UFRGS.
Bem agora quero fazer um pedido à vista de todos. Acredito que seja possível, neste semestre, que a nossa querida Tutora Geny Schwartz venha mais vezes ao nosso Pólo em aulas presenciais. O semestre passado sentimos muito sua falta, ela não pode abrilhantar todos os nossos encontros presenciais do eixo VI. A Tutora Geny faz com que tudo seja mais fácil, mais encantador, faz com que os obstáculos sejam apenas um instrumento para galgarmos mais um degrau.
Quero assim dar minhas boas vindas a todos(as). Desde então agradeço a todos(as) que de um modo ou de outro irão contribuir para o meu crescimento dentro deste curso tão maravilhoso e de profícuas aprendizagens.
Um grande abraço.

Cristina de Siqueira da Silva.
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