Mostrando postagens com marcador Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Autismo

O termo autismo vem do grego “autós” que significa “de si mesmo”. Em 1906, Plouller introduziu o termo autista na literatura psiquiátrica. Mas foi Bleuler, em 1911, o primeiro a difundir o termo autismo para referir-se ao quadro de esquizofrenia, que consiste na limitação das relações humanas e com o mundo externo. Em 1943, o psiquiatra americano Leo Kanner, que trabalhava em Baltimore, nos Estados Unidos, descreveu um grupo de onze casos clínicos de crianças em sua publicação intitulada “Distúrbios Autísticos do Contato Afetivo” (Autistic Disturbances of Affective Contact). As crianças investigadas por Kanner apresentavam inabilidade para se relacionarem com outras pessoas e situações desde o início da vida (extremo isolamento), falha no uso da linguagem para comunicação e desejo obsessivo ansioso para a manutenção da mesmice. Segundo Kanner, o autismo era causado por pais altamente intelectualizados, pessoas emocionalmente frias e com pouco interesse nas relações humanas da criança. Em 1944, o pediatra austríaco Hans Asperger, em Viena, descreveu crianças que tinham dificuldades de integrar-se socialmente em grupos, denominando esta condição de “Psicopatia Autística” para transmitir a natureza estável do transtorno. Estas crianças exibiam um prejuízo social marcado, assemelhavam-se com as descritas por Kanner, porém tinham linguagem bem preservada e pareciam mais inteligentes. Entretanto, Asperger acreditava que elas eram diferentes das crianças com autismo na medida em que não eram tão perturbadas, demonstravam capacidades especiais, desenvolviam fala altamente gramatical em uma idade precoce, não apresentavam sintomas antes do terceiro ano de vida e tinham um bom prognóstico. A publicação de Kanner ficou conhecida, enquanto que o artigo de Asperger, escrito em alemão, só foi transcrito para o inglês por Lorna Wing, em 1981. O transtorno de Asperger se diferencia do autismo essencialmente pelo fato de que não se acompanha de retardo ou deficiência de linguagem ou do desenvolvimento cognitivo. A diferença fundamental entre um indivíduo com autismo de alto funcionamento e um indivíduo com transtorno de Asperger é que o com autismo possui QI executivo maior que o verbal e atraso na aquisição da linguagem. Na prática clínica, a distinção fará pouca diferença, porque o tratamento é basicamente o mesmo. É relevante salientar que algumas das especulações da publicação original de Kanner, como a frieza afetiva dos familiares (particularmente a da mãe), de a inteligência das crianças ser normal e de não haver presença de co-morbidade, com o tempo, mostraram-se incorretas. Com a evolução das pesquisas científicas, concluiu-se que o autismo não é um distúrbio do contato afetivo, mas sim um distúrbio do desenvolvimento. Em 1976, Lorna Wing relatou que os indivíduos com autismo apresentam déficits específicos em três áreas: imaginação, socialização e comunicação, o que ficou conhecido como “Tríade de Wing”.

O autismo é um transtorno definido por alterações presentes antes dos três anos de idade e que se caracteriza por alterações qualitativas na comunicação, na interação social e no uso da imaginação. O autismo é uma inadequacidade no desenvolvimento que se manifesta de maneira grave por toda a vida. É incapacitante e aparece tipicamente nos três primeiros anos de vida. Acomete cerca de 20 entre cada 10 mil nascidos e é quatro vezes mais comum no sexo masculino do que no feminino. É encontrado em todo o mundo e em famílias de qualquer configuração racial, étnica e social. Não se conseguiu até agora provar qualquer causa psicológica no meio ambiente dessas crianças, que possa causar a doença. Os sintomas são causados por disfunções físicas do cérebro, verificados pela anamnese ou presentes no exame ou entrevista com o indivíduo.

Incluem:

1. Distúrbios no ritmo de aparecimentos de habilidades físicas, sociais e lingüísticas.

2. Reações anormais às sensações. As funções ou áreas mais afetadas são: visão, audição, tato, dor, equilíbrio, olfato, gustação e maneira de manter o corpo.

3. Fala e linguagem ausentes ou atrasadas. Certas áreas específicas do pensar, presentes ou não. Ritmo imaturo da fala, restrita compreensão de idéias. Uso de palavras sem associação com o significado.

4. Relacionamento anormal com os objetivos, eventos e pessoas. Respostas não apropriadas a adultos e crianças. Objetos e brinquedos não usados de maneira devida.

O Transtorno Autista consiste na presença de um desenvolvimento comprometido ou acentuadamente anormal da interação social e da comunicação e um repertório muito restrito de atividades e interesses.

As manifestações do transtorno variam imensamente, dependendo do nível de desenvolvimento e da idade cronológica do indivíduo. Autismo infantil: Transtorno global do desenvolvimento caracterizado por: a) um desenvolvimento anormal ou alterado, manifestado antes da idade de três anos; b) apresentando uma perturbação característica do funcionamento em cada um dos três domínios seguintes: interações sociais, comunicação, comportamento focalizado e repetitivo. Além disso, o transtorno se acompanha comumente de numerosas outras manifestações inespecíficas, por exemplo: fobias, perturbações de sono ou da alimentação, crises de birra ou agressividade (auto-agressividade). A etiologia do autismo ainda não foi definida. Não existe uma etiologia básica fundamental para todos os casos de autismo.

Estudos demonstram, indiscutivelmente, que fatores biológicos estão implicados na etiologia do transtorno autista, embora não tenha sido ainda identificado um marcador biológico específico. Atualmente, sabe-se que o autismo não pode ser causado por fatores emocionais e/ ou psicológicos. Estudos sugerem que não há um dano físico no Sistema Nervoso Central que desempenhe um papel primário na etiologia do autismo. Os fatores genéticos aparecem substancialmente na etiologia do autismo. Diversas linhas de investigação sugerem que determinantes ambientais também desempenham um papel na gênese do autismo. As evidências apontam para a multicausalidade.

Bibliografia:

Biblioteca do ROODA
http://www.pead.faced.ufrgs.br/sites/publico/eixo6/necessidades_especiais/palestracleonice.pdf
http://redalyc.uaemex.mx/redalyc/src/inicio/ArtPdfRed.jsp?iCve=18815110

http://www.autismo.com.br/site.htm Acessado em 01/06/09.


CEDIPODCentro de Documentação e Informação do Portador de Deficiência

http://www.cedipod.org.br/

IBDDInstituto Brasileiro de Defesa dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência

http://www.ibdd.org.br/

http://www.autistas.org/index.html

domingo, 24 de maio de 2009

Inclusão...

Assisti o vídeo sugerido pela interdisciplina. Esse vídeo mostra como é possível sim, fazermos a diferença e trabalharmos junto com especialistas, tendo a troca de conhecimento de todos os profissionais. A idéia de trabalhar com a criança em uma sala especializada em um turno e a inserir em sala de aula com crianças de sua idade em outro é muito importante e acredito de crescimento para todos. Pois a criança não tem sede somente de aprender, mas de conviver, de fazer amigos, tanto quanto os ditos normais. Mais do que uma vontade, esta criança tem uma necessidade, pois dessa forma suas habilidades e competências aumentam, sugestivamente e qualifica o seu crescimento. A criança precisa do convívio com outros indivíduos, pois como sabemos, quando nascem, aprendem muito por imitação. Uma criança que apresenta dificuldades em qualquer aspecto, ao observar outras, com certeza aprenderá muito mais.Fico animada em saber que existem possibilidades reais que dão certo. Estas nos fazem repensar a maneira como está sendo trabalhada a inclusão em muitos municípios. Também sei que não é só isso, “a dita vontade política”, mas deve ser a vontade de todos, o comprometimento de todos.
Vejam como é complicado, a própria escola CEBOLINHA, tem a sala de informática em um andar de acesso restrito... Difícil né? Gravataí cresce!!!

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Como podemos observar e avaliar a aprendizagem de um deficiente?

Apesar de não ter ainda trabalhado com aluno com necessidades educativas especiais. Acredito que precisamos trabalhar com este aluno dentro daquilo que ele pode desenvolver. Partido do princípio que não somos tábula rasa, o aluno deficiente poderá adquirir e desenvolver sua aprendizagem interagindo com o meio e sendo estimulado pelos colegas e pela professora. Esta aprendizagem pode ser manifestada cognitivamente através da fala, gestos ou apenas pela manifestação de contentamento ou não deste. A educação infantil contribui muito para o desenvolvimento de uma criança deficiente. Cabe a todos nós garantirmos este direito e o desenvolvimento desta no ambiente escolar. A criança chega na escola e precisa ter um ambiente que favoreça sua permanência e desenvolvimento, pois do contrário somente será mais um aluno socialmente excluído.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

A Realidade ...

Pensando o que eu encontro em minha realidade escolar, professores que estão desempenhando seu trabalho com alunos de especiais sem nenhum apoio, a não ser das próprias colegas. Chego me sentir agredida, pois a mantenedora não acompanha os casos, mal sabe que estes existem. Ainda hoje, 13 de maio, não temos monitora para uma turma de inclusão de deficiente físico. Não temos LA, nem professor itinerante. O comentário que recebemos de uma das pessoas do Conselho Municipal de Educação é que poderemos optar, por etinerante ou por Laboratorista. Sinceramente eu penso que a educação é levada a sério só do ponto de vista de quem trabalha com os alunos, mas jamais por aqueles que estão em um gabinete com cargos de confiança. Estes últimos fazendo uso do QI (que indica), usufruindo de gratificações dos cofres públicos, nossos recursos sendo disperdiçados, estes parecendo que trabalham.
O professor de sala de aula sabe bem o que precisa, o que muitas vezes ele não sabe é reivindicar seus direitos para obter o mínimo necessário para desenvolver seu trabalho com sucesso, onde o aluno tenha seu direito garantido.
Cada momento de reflexão proporcionado em meus afazeres profissionais, pedagógico na educação, tenho maior clareza de que precisamos nos unir indo contra às políticas demagógicas que muito estão assolando o nosso cotidiano escolar. O professor recebe qual formação? Quais recursos materiais? Qual apoio psicológico para melhor desenvolver suas angústias, se trabalho, sua auto-estima?



[...] é necessário que os
professores conheçam a diversidade e a
complexidade dos diferentes tipos de
deficiência física, para definir estratégias
de ensino que desenvolvam o potencial
do aluno. De acordo com a limitação
física apresentada é necessário utilizar
recursos didáticos e equipamentos
especiais para a sua educação buscando
viabilizar a participação do aluno nas
situações prática vivenciadas no cotidiano
escolar, para que o mesmo, com
autonomia, possa otimizar suas
potencialidades e transformar o ambiente
em busca de uma melhor qualidade de
vida. (BRASIL, 2006, p. 29)

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Conhecendo o Aluno com Deficiência Física

Sendo professora desde 1988, ainda não trabalhei com neenhum aluno com deficiência física. Embora acompanhe a luta de colegas em minha escola para vencerem as dificuldades no trabalho com o deficiente físico, eu vejo que a maior barreira ainda é o preconceito. Os alunos com deficiência física, na grande maioria e que são bem assistidos pelos seus mestres, como no caso de um aluno que está em minha escola desde a 1ª série e hoje está na 5ª série, estes evoluem e torna-se pessoas mais alegres. Este aluno ao qual me refiro é bem participativo e nas atividades de recreação desenvolvidas pela Professora de Educação Física ele sempre tem seu espaço garantido. Isto justifica que as limitações que ele traz consigo não impedem que ele participe de outra forma que não a convencional.
A inclusão da criança deficiente desde a educação infantil poderá oportunizar que esta aprenda a construir seu conhecimento de forma sistematizada e na companhia de outras criança. O ambiente escolar deve promover os desfios para a aprendizagem. Para que isto aconteça é necessário que tudo seja planejado para o desempenho das atividades escolares, os recursos materiais e humanos precisam ser disponibilizados. É necessário políticas públicas que favoreçam não somente a chegada do deficiente na escola, mas a permanência deste para seu crescimento e crescimento dos demais.
AEE - Deficiência Física

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Estudando a Inclusão de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais.

Eu, particularmente, penso que estamos, mesmo que lentamente, avançando. Felizmente!!! Creio que não haverá retrocesso, mas sinto-me angustiada quando vejo a morosidade para tudo que precisa acontecer. São mudanças gigantescas e necessárias para a realidade social e econômica em que estamos inseridos. O PPP, o Regimento e outras tantas questões que precisam ser reformuladas para que a escola seja inclusiva. Cabe a todos os profissionais da educação, ou não valorizar as diversidades sociais, bem como as peculiaridades de cada aluno como por si só, um indivíduo único.

A inclusão eu creio que vai além dos recursos que muitas e muitas vezes nos referimos. É algo que precisa existir como aceitação do outro para que haja o crescimento de todos. Quando reflito sobre a inclusão eu sempre me coloco como um aprendiz do conhecimento e das diferentes vivências dos indivíduos com necessidades educacionais especiais. Penso que todos podem ser beneficiados com a inclusão e que ela está aí como mais um desafio para o crescimento de todos nós.


Precisamos cobrar da mantenedora, seja ela qual for, Estadual ou Municipal os recursos necessários para que seja garantida a inclusão dos alunos na escola, sendo eles deficientes ou não. Somos nós, profissionais da educação que precisamos ser frente de argumentação, ao lado dos pais na busca de efetiva aplicação e cumprimento da lei.

As leituras que a Interdisciplina Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais ofereceu, muito estão contribuindo para meu conhecimento a respeito da inclusão escolar. Vejo que não poderemos retroceder e para que isto aconteça é necessária mobilização constante por parte das escolas, fazendo com que estes alunos recebam por parte de todos da escola ou não a oportunidade de crescimento. A inclusão deve ir além da entrada deste na escola, mas deve ser constante a busca pelo crescimento destes como pessoas, seres humanos e que merecem ter assistência para sua evolução e permaneçam na escola.

A lei, os pareceres garantem por sua força, que o aluno deficiente freqüente a escola comum, cabe a todos fazermos destas leis um meio para que o professor trabalhe com condições de desenvolver um trabalho adequado com este aluno. O aluno especial tem por sua natureza limitações, portanto é necessário maior investimento por parte das políticas públicas para a educação. Somente assim poderemos ter seres verdadeiramente incluídos no processo educativo e poderá se dar em plenitude a inclusão de pessoas com necessidades educacionais especiais.


O Professor Cláudio Baptista em seu vídeo, “quando diz a Inclusão é importante, mas obviamente que não é para todos”. Acredito que nesta colocação o Professor esteja se referindo aos casos extremos da deficiência. Penso que é pertinente sua colocação e serve para refletirmos sobre os casos que surgem em nosso cotidiano.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Releitura de Pintores de Boca



Em minha escola Osório Ramos Corrêa estamos trabalhando com o projeto: Osório Espaço Social Para Todos.
Meus alunos são de 3ºanos, conversei com eles sobre os alunos que temos na escola, o que nos parecem ser sem problemas, os ditos normais, os que são especiais. Eles disseram que há cadeirantes, uma menininha que só bate nos outros e que ela não é normal, pois notam que esta tem a cabeça muito pequena para o tamanho do corpo. Questionei eles sobre o que pensavam sobre estas pessoas freqüentarem a escola. Uma menina disse que era uma lei que obrigava todas as crianças irem para a escola, pois do contrário o Conselho Tutelar poderia prender os pais. Outra disse que é preciso todos ajudar, pois ela conhece um aluno da 5ª que apenas não caminha, mas ele sabe escrever até melhor que outros da mesma série dele.
Então perguntei se alguém já havia ouvido falar nos Pintores com a Boca e com os Pés. Eles disseram que não. Previamente eu tentei copiar através de impressão, mas não consegui. Acredito que estas são imagens protegidas.
Então eu os convidei para olharmos na internet as obras destes pintores. Levei grupos pequenos tendo em vista que somente temos um computador que funciona, este está na sala da direção e tenho que contar com a disponibilidade e boa vontade desta para usá-los.
Eles ficaram encantados então comentei com eles os motivos de alguns serem assim deficiente, o que me deixou bastante admirada foi o interesse deles em saber a história de cada artista e queriam saber mais e mais.
Depois de todos olharem as obras e ouvirem os meus comentários. Perguntei para a turma o que achavam de fazermos uma releitura das obras destes artistas, estes prontamente aceitaram e com pincel, têmpera e papel pardo fizeram suas releituras. Eu só lamento não podermos ficar com as imagens junto de nós em sala para fazermos as releituras. Quando entreguei o material aos alunos teve um que perguntou se teria que usar a boca para segurar o pincel como os pintores ou poderia usar a mão. Eu disse que estavam livres para fazer, então ele disse usaria a mão porque não coseguiria fazer uma pintura segurando o pincel com a boca.
Como vocês podem observar nas obras originais e nas obras dos alunos no slide show os alunos fizeram belas releituras.
Acredito que uma educação integradora e participativa seja também inclusiva na medida que oferecemos situações de alguém pensar no fazer do outro. Fazendo aquilo que talvez este considere tão imperfeito quanto a perfeição daquele que sendo deficiente já fez. Quero dizer que quando eu ofereci esta proposta para meus alunos, junto estava a possibilidade destes refletirem a respeito das suas habilidades e das habilidades de alguém que apesar da deficiência teve a oportunidade realizar e conseguiu desenvolvê-las com perfeição. Portanto todos devem ter oportunidade iguais, a educação dever ser inclusiva por todas as beneces que pode trazer para os deficientes como para todos os demais envolvidos no processo educativo da sociedade como um todo.
BIBLIOGRAFIA:
http://www.apbp.com.br/
http://www.apbp.com.br/artistas.asp

sábado, 21 de março de 2009

EIXO_VI

Tenho imensa satisfação em estar retornando aos meus estudos neste curso de Pedagogia, onde vou continuar contando com o auxílio dos meus colegas, Tutores e Professores. Estudando na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, da qual muito me orgulho, pois está a cada dia que passa fazendo um trabalho voltada para o crescimento da educação, hoje com as cotas, educação inclusiva e outros projetos de grande relevância do ponto de vista social, possibilitando que pessoas tão importantes e dignas, tanto quanto as demais, possam lá estar fazendo uma graduação.
Também quero agradecer desde já a todos os que sempre colaboram de uma maneira ou de outra com o meu crescimento como estudande e profissional da educação.
Neste semestre com Interdisciplinas significantes para o desenvolvimento dos saberes dos educandos, todos profissionais da educação, cito em especial as Interdisciplinas: Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais, Filosofia da Educação, Questões Étnicos Raciais na Educação (Sociologia e História), Desenvolvimento e Aprendizagem sob o Enfoque da Psicologia II e Seminário Integrador VI.
Aqui já aponto como aprendizagem o conhecimento do início dos estudos da Educação Especial, onde o médico Jean Marc Itard sendo ele o primeiro estudioso a usar métodos sistematizados para o ensino de deficientes.Lendo o texto “Linguagem e ação humana”, pude perceber que foi o momento que iniciou o estudo sobre o comportamento e educação da linguagem, servindo para outros tantos estudos. Os estudos de Jean Itard serviram para muitos estudiosos, como Maria Montessori. Foi uma experiência que, apesar não ter atingido o objetivo esperado com a “criança selvagem”, trouxe a convicção de que o estímulo é fator determinante para o desenvolvimento da linguagem e para outras habilidades do ser humano.
Um grade abraço a todos e a todas que estão fazendo do PEAD Gravataí um marco na História do nosso País.